Uma doença é formada por um conjunto de sintomas que afetam negativamente o organismo humano podendo deixar sérias consequências. O cérebro, por sua vez, tem total influência neste processo, assim como a relação entre uma DST e a mente.

Da mesma forma que a expectativa de vida do brasileiro cresce a cada ano que passa, aumenta também o número que pessoas portadoras de doenças sexualmente transmissíveis – DSTs. 

Pesquisas do Ministério da Saúde calculam que em 2018 foram registrados quase 38 mil novos casos de AIDS no Brasil, sendo que desses, pouco mais de 10 mil foram a óbito no mesmo ano.

Sabe-se que hoje em dia é possível conviver com uma doença deste tipo. Contudo, esse é um estilo de vida que requer cuidado e atenção, principalmente para com o parceiro fixo ou não.

No artigo de hoje vamos conversar um pouco mais sobre a DST e a mente. Vamos entender o que são DSTs e de que forma a mente humana tem impacto nesse tipo de patologia.

Se você quer saber mais sobre o assunto, continua comigo.

O que são DSTs?

A sigla DST corresponde literalmente a expressão Doença Sexualmente Transmissível e como o próprio nome diz, são doenças em que as pessoas transmitem vírus ou bactérias entre si através do ato sexual realizado sem proteção.

Veja abaixo a lista de DSTs reconhecidas pelo Ministério da Saúde:

  • Aids: causada pela infecção do organismo humano pelo HIV (vírus da imunodeficiência adquirida);
  • Cancro mole: também chamada de cancro venéreo, popularmente conhecida como cavalo. Manifesta-se através de feridas dolorosas com base mole;
  • Condiloma acuminado ou HPV: é uma lesão na região genital, causada pelo Papilomavírus Humano (HPV);
  • Gonorréia: é a mais comum das DSTs. Também é conhecida pelo nome de blenorragia, pingadeira ou esquentamento;
  • Herpes: manifesta-se através de pequenas bolhas localizadas principalmente na parte externa dos órgão genitais;
  • Linfogranuloma venéreo: caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital;
  • Sífilis: manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida nos órgãos sexuais (cancro duro) e com ínguas (caroços) nas virilhas;
  • Tricomoníase: os sintomas são, principalmente, corrimento amarelo-esverdeado, com mau cheiro, dor durante o ato sexual, ardor, dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais.

Diferentemente do que muitas pessoas acreditam, as DSTs citadas acima, não são transmitidas pelo toque, beijo na boca ou suor, mas sim, pela prática de ato sexual sem a devida proteção.

E uma das principais características das doenças sexualmente transmissíveis é o período de incubação.

O tempo de incubação

Infelizmente muitas pessoas são portadoras de algum vírus ou bactéria e não sabem. 

É comum que ao ser infectada por uma DST a pessoa passe pelo tempo de incubação, até que os primeiros sintomas apareçam, sem saber que pode estar doente.

Pessoas que não tem hábitos saudáveis, não se previnem ou não consultam o médico periodicamente, podem se tornar transmissores potenciais sem ter noção da gravidade do problema.

Enquanto a DST está mascarada no corpo do homem ou da mulher ela pode ser transmitida sem nenhuma barreira e isso torna problema ainda mais sério e com proporções inimagináveis.

Desta forma, pode se observar a relação entre a DST e a mente humana.

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DST e a mente

Certa vez eu visitei a floresta Amazônica e tive a oportunidade de conhecer uma Xamã que me despertou para a forma como enxergamos a vida.

Ela me convidou para caminhar pela floresta de pés descalços, ou seja, desafiando minha vulnerabilidade sobre aquela experiência.

E na ocasião, ela me disse que viver é como caminhar com os pés descalços pela floresta. Na floresta existem pedras, pedaços de árvores, cobras, insetos venenosos e várias outros obstáculo, assim como na vida.

Para sobreviver a uma caminhada na floresta com os pés descalços é preciso ter um olho debaixo do pés, ou seja, é preciso vigiar cada passo dado e se manter alerta.

Perceba que a relação entre a DST e a mente está justamente em se manter alerta, viajando o nosso corpo, respeitando a saúde e cultivando uma postura preventiva para si mesmo e para com o outro.

Todos os dias estamos expostos a uma grande quantidade de patologias, dentre elas as DSTs. No entanto, a prudência começa da nossa mente que guia a nossas escolhas.

A culpa pode não ser sua, mas a responsabilidade sim

Quando algo de errado acontece ou quando uma doença, seja ela uma DST ou não, acomete nossa saúde, tendemos a procurar um culpado.

Porém, encontrar culpado não costuma trazer a saúde de volta.

Neste caso, é preciso ter clareza que você pode não ter culpa de ter pego uma doença grave, mas você tem sim, responsabilidade sobre a sua vida.

E essa responsabilidade começa na mente, na prevenção, no acompanhamento médico, na prática de hábitos saudáveis e no amor próprio.

Comece em você, a mudança que deseja ver no mundo.

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